Novas possibilidades para o mercado

Linha VORAPEL™ supre a necessidade do meio industrial de ter selantes, tintas e elastômeros com maior resistência à hidrólise

Green pipe

No negócio de poliuretanos, a Dow está estruturada para oferecer inovações para os segmentos chamados de rígidos, flexíveis e CASE, sigla que se refere a Coatings (tintas) Adesivos, Selantes e Elastômeros.

O Negócio de Poliuretanos está cada vez mais orientado ao mercado de especialidades, o que significa que ele, ao contrário de outros portfólios da Companhia, está voltado para aplicações mais específicas e entrega de soluções baseadas em sistemas formulados. Para explicar de outra maneira, tente imaginar o seguinte: a Dow oferece os ingredientes A e B, que misturados de acordo com a fórmula indicada (e criada segundo as necessidades do cliente) dão origem ao produto desejado.

Apesar de estar modificando sua imagem e tornando-se cada vez mais dedicada a soluções, algumas necessidades de melhoria de produto somente são obtidas por meio de matérias-primas inovadoras que permitam alcançar propriedades diferenciadas. Por isso, ao longo dos últimos três anos, a Dow vem trabalhando para melhorar e aumentar sua oferta de polióis e prepolímeros de forma a completar as lacunas técnicas encontradas principalmente no mercado de CASE.

Duas linhas de destaque são o VORANOL LM™ – polióis de baixa concentração de monol (ou low monol) –, que permite uma estrutura polimérica menos ramificada e consequentemente uma melhor propriedade mecânica do poliuretano final, e VORASIL™, prepolímeros uretânicos silanizados que oferecem um ponto intermediário entre a resistência do poliuretano e a adesão do silicone.

A novidade é o VORAPEL™, poliol poliéter hidrofóbico, lançamento mais recente que supre uma necessidade do meio industrial de ter selantes, tintas e elastômeros para ambientes com maior resistência à água.

“Hoje, as soluções não são ideais porque envolvem uma combinação de produtos em prol de obter a característica final desejada em termos de hidrólise, o que aumenta a complexidade da produção e encarece a aplicação em situações que não são necessariamente industriais, como o uso em solas de sapato e em selantes diversos, por exemplo”, diz Cintia de Oliveira, Engenheira de Poliuretanos (CASE).

Por preencher um espaço que até então não era ocupado, o VORAPEL™ proporciona aumento das possibilidades da Dow e de seus clientes no mercado, mais facilidade na produção por parte da indústria e a especialização da solução. Isso reflete o comprometimento da Companhia, que dispõe de três casas de sistemas na América Latina e está fortemente presente em diversos países da região.

“Trabalhamos para melhorar todo o nosso portfólio de poliuretanos, seja em flexíveis, rígidos e CASE. Nosso time técnico tem muita experiência, conta com grande infraestrutura para pesquisa, com um Laboratório de Inovação Tecnológica em Poliuretanos altamente equipado em Jundiaí (SP). A nossa possibilidade de suporte permite que acompanhemos o crescimento do mercado, dando o apoio de que nossos clientes precisam”, afirma Cintia.

  Por que VORAPEL™?
  Para a indústria, as alternativas disponíveis até então não eram   ideais:

  • Base polibutadieno: é hidrofóbico, mas com as desvantagens de ser sólido, de ganhar viscosidade e
    de estar sob o controle do Exército.
  • Polióis poliéteres: têm boas propriedades mecânicas, mas baixa resistência à hidrólise.

  VORAPEL™ surge justamente para unir o que há de melhor
  entre esses produtos: boa propriedade mecânica e a
  hidrofobicidade.


  Custo/benefício
  Em momentos de desaceleração econômica, como acontece na   América Latina, que deve ter o menor crescimento dos últimos
  15 anos, segundo a Cepal (comissão econômica ligada à ONU),
  o investimento em novas tecnologias pode ser deixado em
  segundo plano. Para Cintia, no entanto, soluções como
  VORAPEL™ rompem esta dinâmica, uma vez que muitos
  clientes tomam suas decisões de compra baseados não apenas
  em preço, mas no rendimento que o produto proverá.