Neste fim de semana, o Mundial chega ao fim. Mas as lembranças e o legado deste evento tão importante ficarão por muito tempo na vida e na memória dos brasileiros. Nesse cenário, a química desempenhou papel fundamental para que o Brasil fosse elogiado mundo afora pelo grande espetáculo que proporcionou. Mas, e se a ciência não estivesse presente nas arenas? Como teria sido o Mundial?

Ao entrar em um estádio onde as tecnologias de impermeabilização da Dow estão presentes, os torcedores encontraram nas áreas de rampas, arquibancadas, escadas e tetos uma cobertura eficiente contra goteiras e umidade. Já os jogadores estavam protegidos contra infiltrações de água em seus vestiários e salas de ginástica. Sem as soluções de poliureia da Dow, em médio e longo prazo haveria necessidade de reparos a estruturas afetadas por corrosão e, consequentemente, gastos de manutenção mais elevados.

Ao olhar para o chão, torcidas e equipes do mundo inteiro viram pisos bonitos, modernos, fáceis de limpar e mais duráveis, uma vez que as soluções de sistemas epóxi da Dow oferecem liberdade de design e alta resistência mecânica aos grandes fluxos de pessoas, em comparação a outros materiais. Sem esta inovação, o resultado estético não teria sido tão satisfatório e os custos com a conservação das estruturas após o evento seriam mais altos.

Dentro de campo, os jogadores contaram com uma tecnologia de inibição de odor em seus uniformes. O Silvadur™, da linha de biocidas da Dow, proporcionou sensação de higiene por mais tempo, além de maior durabilidade às peças. Com isso, a tradição de trocar camisas ao final das partidas se renovou! Talvez, se essa tecnologia não estivesse presente, os jogadores que protagonizaram a troca de calções, novidade que ganhou notoriedade na primeira fase do campeonato, não tivessem sido tão ousados...

Já o clima prejudicou algumas seleções! Para driblar os efeitos do frio no Sul, do tempo quente no Nordeste, do ar quente e úmido no Norte e até mesmo das temperaturas amenas do Sudeste, painéis isolantes estruturais da Dow foram instalados em fachadas e coberturas de áreas condicionadas para minimizar as trocas térmicas, isolando o ambiente das temperaturas externas e evitando que o interior fosse aquecido. Assim, antes de encarar as áreas abertas, os jogadores e torcedores puderam experimentar uma maior sensação de conforto térmico. O que a ausência desta tecnologia teria causado? Além do aumento do consumo de energia no estádio com os sistemas de refrigeração, provavelmente cansaço físico, falta de disposição e mau humor das equipes e torcidas de outras partes do globo.

No geral, um Mundial sem a química, a Dow e seus parceiros teria sido mais caro e menos sustentável. Todas as soluções buscaram levar aos estádios atributos de eficiência energética, conservação do meio ambiente, redução de emissões, rapidez na execução das obras, durabilidade das estruturas, conforto aos jogadores e torcidas e redução de custos. Em 2016, o Brasil receberá os Jogos Olímpicos Rio 2016 e milhares de pessoas poderão desfrutar do legado que será deixado pelo Mundial, já que as partidas de futebol acontecerão nos mesmos estádios. Que a festa continue!

Profissionais que colaboraram com este artigo: David Suarez Garcia, Gerente de Marketing para Biocidas para a Dow América Latina; Debora Takahashi, Especialista de Aplicação; Juliana Serafim Francisco, Engenheira de Suporte Técnico e Desenvolvimento para Tintas e Engenharia Civil; Marcelo Fiszner, Diretor de Marketing e Tecnologia de Poliuretanos para a Dow América Latina; Rodnei M. Abe, Suporte Técnico e Desenvolvimento para Poliuretanos; Vinicius Serves, Gerente de Marketing de Poliuretanos para a Dow América Latina.